Mãe coruja, sempre preocupada com o filhote – dia 23

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Dia 23, e a palavra do dia é preocupação! Engana-se quem pensa que no segundo filho ela some… Ok! Você não fica mais a noite toda acordando e checando se o bebê está respirando, você já identifica uma série de sintomas e sinais como normais, mas não tem jeito enquanto o bebê é recém-nascido, tão pequenino e aparentemente tão frágil, a gente se preocupa. Aliás, enquanto e a partir de quando temos filhos, a gente se preocupa.

Imagem: pinterest

A gente se assusta quando eles se engasgam, fica olhando pra eles depois da mamada com medo que golfem enquanto deitados, a gente se preocupa com a gripe do mais velho, e se ela pegar?! É tão pequena! E a gente sabe que espirros e tosses são normais, que há muita secreção de parto a ser expelida, mas basta um dia que ela fique mais chatinha que qualquer desses sintomas já levanta dúvidas.
Pra ser sincera acho até que eu era mais desencanada com Pedro, talvez seja a idade, a experiência ou a própria maternidade, mas desde a gravidez já tive essa sensação. Não me lembro de ficar tensa nas ultrassonografias do Pedro, e olha que passei um susto com um exame positivo pra citomegalovirus (que depois se confirmou ser um contato antigo), mas nas ultras da Laura eu sempre aguardava mais ansiosa pela confirmação de que estava tudo bem.
Enfim, a gente sabe que já já eles estarão correndo por aí cheios de saúde, mas preocupação de mãe é eterna né! Acho que é o instinto de proteger a cria.

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