O comportamento do bebê é reflexo do nosso – dia 38

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Trinta e oito dias! Alguns comentários no post de ontem me fizeram pensar sobre como o nosso comportamento influencia os bebês. Sempre achei mesmo que os bebês são o reflexo de seus pais, ou de seus cuidadores, aliás, hoje com Pedro já crescido, percebo que isso se estende às crianças também!

Eu não sou propriamente uma mãe nervosa, não fui com Pedro bebê, pelo menos não depois dos primeiros 15 dias tentando fazê-lo mamar, e não sou hoje com Pedro no auge de seus 4 anos, mesmo já tendo passado pelos terrible twos e pelos threenagers. Então eu realmente não acho que a essa altura do acontecimento, no segundo filho, a presença da minha mãe faça assim tanta diferença na minha tranquilidade e segurança.

Mas fiquei pensando sobre isso, e se por um lado a experiência nos faz mais seguras, não me fez mais paciente, pelo contrário. O fato é que estou mais velha, mais cansada, tenho um filho em outra idade, outras questões com que lidar e esperava tirar a segunda de letra (quem não espera?!) e por tudo isso a paciência não é a mesma…. Eu não tenho mais todo o tempo do mundo para ela como era com o primeiro filho. Quando a crise começa eu quero resolver logo, quando a noite avança, eu só penso em tudo que tenho pra fazer no dia seguinte. Quando o sono bate eu quero que ela durma quase que instantaneamente, para que eu possa usar aqueles minutinhos para qualquer outra coisa, e não é para dormir também ou descansar como era com o mais velho, é para concluir alguma tarefa doméstica que ficou pela metade enquanto ela chamava, ou até para dar o almoço do Pedro em paz.

E aí que entra minha mãe, porque quando ela está aqui eu tenho alguém pra dividir, e isso por si só aumenta a minha paciência… Fora que minha mãe é que acaba muitas vezes interagindo com ela, e transmitindo sua calma, se não para mim, mas direto para ela. Resumindo, ajuda é mesmo fundamental, de mãe então, melhor ainda!

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